segunda-feira, 16 de julho de 2018

Bolão Copo do Mundo 2018


Desta vez usamos um aplicativo chamado Kiss My Score para o bolão. Desta vez eu venci. Um título mundial pra cada.

2018 Rússia: Ronie
2014 Brasil: Faria

Fase Final Rússia 2018


Minha seleção da Copa 2018


Courtois (Bélgica), Pavard (França), Vida (Croácia), Mina (Colômbia), Hernández (França),  Casemiro(Brasil), Modric (Croácia), Hazard (Bélgica), Griezmann (França), Mbapee (França) e Perisic (Croácia)

Melhor Jogador: 
E. Hazard (Bélgica)

domingo, 15 de julho de 2018

França 4x2 Croácia

Final
França goleia e é Bi Mundial


    Favoritismo confirmado. A Croácia foi copeira mas contou com um chaveamento que favoreceu a sua chegada à final. Traçou com méritos seu caminho até lá com uma geração de grandes jogadores. Tanto é que Modric foi eleito o melhor jogador desta edição do Mundial, embora na minha opinião, o sucesso da Croácia deva-se mais à Perisic ou ao Vida, que tiveram desempenhos ainda melhor e percebia-se na expressão deles que não estavam abalados com a pressão dos jogos, ao contrário de Modric. Se bem que isso deve-se ao peso dado a cada um. Enfim.

    A França foi superior na final e em toda a fase eliminatória. Fez uma fase grupos morna. Protagonizou o primeiro lance em que um árbitro de video (VAR) interferiu na história das Copas do Mundo, logo na estreia contra a Austrália, que eu ouvi o primeiro tempo ainda na Marginal Tietê em São Paulo bem cedinho, voltando do Aeroporto de Guarulhos, onde deixei o Murilo que ia pra Itália, e pude acompanhar a interferência do VAR vendo o segundo tempo em casa.

    Nas oitavas protagonizou o que deve ter sido o melhor jogo da Copa, onde Mbapee se mostrou pro mundo na arrancada do meio campo que resultou no pênalti que abriu o placar, um 4 a 3 de uma França jogando um futebol bonito, contra a Argentina na velha vontade.

    Nas quartas não deu chances pro Uruguai. 2 a 0 com muita facilidade, uma falha do Musleira no chute de fora da área do Griesmann marcou a partida. Uma semi superando a Bélgica e a final, contra um time que teve muito mais posse de bola, foi valente, mas não conseguiu reverter isso em gols.

    Na primeira etapa uma falta duvidosa que resultou no primeiro gol e o uso do VAR para confirmar o pênalti do segundo foram os momentos discutíveis desta final. No mais, apenas superioridade confirmada e merecimento.


FRANÇA 4 X 2 CROÁCIA
Local: Estádio Luzhnikí, em Moscou (Rússia)
Data: 15 de julho de 2018, domingo
Horário: 12 horas (de Brasília)
Árbitro: Néstor Pitana (Argentina)
Assistentes: Hernán Maidana e Juan Belatti (ambos da Argentina)
Cartões amarelos: Kanté e Hernández (França); Versaljko (Croácia)
Gols: FRANÇA: Mandzukic (contra), aos 17, e Griezmann, aos 37 minutos do primeiro tempo; Pogba, aos 13, e Mbappé, aos 19 minutos do segundo tempo; CROÁCIA: Perisic, aos 27 minutos do primeiro tempo, e Mandzukic, aos 23 minutos do segundo tempo
FRANÇA: Lloris; Pavard, Varane, Umtiti e Hernández; Kanté (N’Zonzi), Pogba, Mbappé, Griezmann e Matuidi (Tolisso); Giroud (Fekir)
Técnico: Didier Deschamps
CROÁCIA: Subasic; Versaljko, Lovren, Vida e Strinic (Pjaca); Brozovic, Rakitic, Rebic (Kramaric), Modric e Perisic; Mandzukic
Técnico: Zlatko Dalic






quarta-feira, 11 de julho de 2018

Inglaterra 1x2 Croácia

Semifinal
Croácia bate Inglaterra de virada e vai à final.

    Foi um jogo incrível. Acabou sendo uma semifinal muito mais interessante do que a entre as que ainda considero as melhores equipes da Copa. 

    Logo no início a Inglaterra abriu o placar com um gol de falta, e de certa forma, se acomodou. Não conseguia criar de forma alguma jogadas de ataque e sofreu muita pressão croata.  Harry Kane, embora tenha saido como artilheiro da copa com 6 gols, se mostrou letal em cobranças de pênalti ou contra equipes menos expressivas. No embate com os grandes, desapareceu.

    A Croácia se mostrou enorme em força. Empatou o jogo aos 22 com Perisic, e disputou sua terceira prorrogação seguida (Dinamarca e Rússia anteriormente). Em campo, o preparo dos jogadores parecia de quem acabava de iniciar a partida. Mandzukic virou o jogo logo aos 2 minutos do segundo tempo da prorrogação, e a comemoração gerou uma das cenas icônicas da Copa, com a queda sobre o fotógrafo, que mesmo caído continuou a registrar o momento. 


CROÁCIA 2 X 1 INGLATERRA
Local: Estádio Luzhnikí, em Moscou (Rússia)
Data: 11 de julho de 2018, quarta-feira
Horário: 15 horas (de Brasília)
Árbitro: Cuneyt Cakir (Turquia)
Assistentes: Bahattin Duran e Tarik Ongun (ambos da Turquia)
Público: 78.011 pessoas
Cartões amarelos: Mandzukic e Rebic (Croácia); Walker (Inglaterra)
Gols: CROÁCIA: Perisic, aos 22 minutos do segundo tempo, e Mandzukic, aos 2 minutos do segundo tempo da prorrogação; INGLATERRA: Trippier, aos 4 minutos do primeiro tempo
CROÁCIA: Subasic; Vrsaljko, Lovren, Vida e Strinic (Pivaric); Rakitic, Brozovic, Rebic (Kramaric), Modric (Badelj) e Perisic; Mandzukic (Corluka)
Técnico: Zlatko Dalic
INGLATERRA: Pickford; Walker (Vardy), Stones e Maguire; Trippier, Henderson (Dier), Dele Alli, Lingard e Young (Danny Rose); Sterling (Rashford) e Harry Kane
Técnico: Gareth Southgate    


terça-feira, 10 de julho de 2018

França 1x0 Bélgica

Semifinal
França vence o que poderia ser a final antecipada.

    Se a Copa nesta última edição no formato com 32 equipes contém 64 jogos, eu certamente consegui assistir com atenção cerca de 40. E ao meu ver, não houveram duas seleções melhores que França e Bélgica neste mundial. 

    Creio que a Inglaterra se classifique amanhã, e futebol, sabe-se bem como é, tudo pode acontecer. Mas esta certamente merecia ser a final. Inglaterra e Croácia que se enfrentem amanhã tiveram caminhos muito mais fáceis e mesmo assim não venceram convencendo como as equipes que se enfrentaram hoje, batendo equipes mais tradicionais e que vinham melhor.

    A França se mostrou regular e equilibrada. Fez o que ao meu ver foi o melhor jogo da Copa até agora quando venceu a Argentina nas oitavas por 4 a 3. Mbappé, com seus 19 anos, tem encantado o mundo com sua explosão e jogadas incríveis. Por outro lado a Bálgica que fez uma primeira fase brilhante e chegou à semi com 14 gols em cinco jogos. Lukaku foi matador na primeira fase. De Bruyne, Hazard (pra mim o melhor jogador hoje), Courtois e cia. Como foi bom ver essa seleção jogar nesta copa.  

    Voltei ansioso de Santos onde estava com um casal de amigos. Na verdade até cogitei estender um dia por lá pois eles precisavam voltar para trabalhar hoje, e pelos meus cálculos não seria possível chegar a tempo pra partida.

 O jogo foi muito equilibrado. A sensação é que qualquer um dos dois times poderia se classificar. Taticamente bem armados, a primeira falta foi surgir aos 16' do primeiro tempo. Futebol em sua plenitude. Uma pena que só um pode avançar.
Poderia sim, ter sido a final e a imagem acima, ilustra ao meu ver, os dois melhores jogadores da Copa: Mbappe e Hazard.

FRANÇA 1 x 0 BÉLGICA
Local: Estádio Krestovsky, em São Petersburgo (Rússia)
Data: 10 de julho de 2018 (Terça-feira)
Horário: 15h(de Brasília)
Árbitro: Andres Cunha (Uruguai)
Assistentes: Nicolás Tarán (Uruguai) e Mauricio Espinosa (Uruguai)
Público: 64.286 pessoas
Cartões amarelos: Griezmann, Kante e Mbappe (FRA); Alderweireld, Vertonghen e Hazard (BEL)
Gol:
FRANÇA: Umtiti, aos 5 minutos do 2º Tempo
FRANÇA: Lloris; Pavard, Varane, Umtiti e Hernandez; Kante, Matuidi (Tolisso) e Pogba; Mbappe, Griezmann e Giroud (N’Zonzi)
Técnico: Didier Deschamps
BÉLGICA: Courtois; Alderweireld, Kompany e Vertonghen; Chadli (Batshuayi), Witsel, De Bruyne, Fellaini (Carrasco) e Dembele (Mertens); Eden Hazard e Romelu Lukaku
Técnico: Roberto Martinez

sexta-feira, 6 de julho de 2018

Brasil 1x2 Bélgica

Quartas de final
Bélgica supera Brasil e vai à semi.

    Acordo a Amanda no sofá. Um cochilo após ter levado a avó ao médico. Levanta meio manquitola, havia torcido o pé e levado um tombo no meio da rua pouco antes de chegar em casa. "Vamos, pois não quero chegar atrasado de novo! E quero comprar uma camisa pra você. Vai de cinza? Cinza? Não tem um azul, verde?". Me olha com cara feia. No caminho paro no bairro do meu pai, ela me espera no carro do outro lado da rua, eu trago a camisa "Ah, mas do Neymar?". "Moço, não tem só o número, sem o nome?", "Não tem mais". Veste a camisa e vamos.

    Eu queria a Bélgica. Queria enfrentar um dos melhores, pois acreditava ter uma seleção capaz de batê-los. E ainda acho que sim, poderíamos. A Bélgica que jogou até então num 3-2-3-1 ao meu entendimento, mudou a estratégia para o jogo de hoje. Jogou com apenas dois zagueiros e sem um centroavante fixo (Lukaku jogou aberto pela direita). Felaini que estava entrando só no segundo tempo, entrou como titular também. No nosso lado, que falta fez Casemiro! Fernandinho lhe substituiu (suspenso), e fez uma partida muito ruim. O primeiro gol da Bélgica foi seu, contra. Talvez sem muita culpa. Mas a questão é que após o gol o jogador parecia desligado. Tomando decisões equivocadas durante todo o primeiro tempo, inclusive, não matando a jogada de contra-ataque que resultou no segundo gol.

    Jogamos todo o primeiro tempo após o gol desestabilizados. Dava pra sentir a tensão dos jogadores na forma como jogavam. No segundo tempo o time voltou mais ofensivo e organizado. Tite lançou Renato Augusto que diminuiu o placar e nos encheu de esperanças. Ele que inclusive teve a chance de empatar, mas por pouco a bola passou raspando a trave e não entrou.

    Eliminados. Por uma seleção sem tradição de grandes títulos, mas que vem enchendo os olhos pelo futebol apresentado até aqui. Vai enfrentar a França que despachou o Uruguai mais cedo por 2 a 0, e que talvez seja a única seleção que faça frente ao seu desempenho. Se eu tivesse que apostar, apostaria em um campeão saindo deste confronto de semi.

    Detalhe, a Paloma assistiu a eliminação na Bélgica em meio a uma multidão de cervejeiros.

BRASIL 1 x 2 BÉLGICA
6/7 - Arena Kazan (Kazan)
Árbitro: Mirolad Masic (Sérvia); Gols: Fernandinho (contra), aos 14 minutos do 1º tempo, De Bruyne, aos 31 do 1º tempo; Renato Augusto, aos 30 do 2º. Cartões amarelos: Alderweireld, Meunier (Bélgica); Fernandinho, Fágner (Brasil).
BRASIL: Alisson, Fágner, Thiago Silva, Miranda e Marcelo; Fernandinho, Paulinho (Renato Augusto, aos 28 do 2º), Willian (Roberto Firmino, no intervalo), Philippe Coutinho e Neymar; Gabriel Jesus (Douglas Costa, aos 12 do 2º). Técnico: Tite.
BÉLGICA: Courtois; Alderweireld, Kompany e Vertonghen; Meunier, Fellaini, e Chadli (Vermaelen, aos 37 do 2º); De Bruyne, Romelu Lukaku (Tielemans, aos 42 do 2º) e Eden Hazard. Técnico: Roberto Martínez.