domingo, 13 de julho de 2014

Alemanha 1x0 Argentina

Final

Alemanha vence os hermanos e é Tetra!

    Deu o que se esperava pela maioria antes mesmo do início da Copa. Não só no Brasil, mas no resto do mundo, os alemães eram favoritos pela forma organizada de jogar, pela reestruturação do futebol realizada desde que foram eleitos país sede da Copa de 2006 (isso em 1997), e pelo indiscutível talento de seus jogadores em todas as posições do campo.
    Foi na casa de meus sogros que assisti ao jogo equilibrado, onde a Argentina teve por três vezes a chance de matar a partida e se sagrar campeã no tempo regulamentar, e esses erros foram fatais. O sonho do Tri acabou, quando aos sete minutos do segundo tempo da prorrogação, Schürrle cruzou do lado direito da área adversária para o jovem Götze matar no peito e estufar a rede entrando para a história. Um belo gol, um gol de final de Copa do Mundo no Brasil, o gol do título!
    Neuer foi escolhido o melhor goleiro da competição, James Rodrigues da Colômbia foi o artilheiro e Messi escolhido o melhor jogador (totalmente contestado, a grande maioria, que me inclui, elegeriam Robben o melhor do mundial).
    O que ficou foi saudade. Um grande mundial, com jogos inesquecíveis. Meu pai venceu o bolão que não valia nada, mas que nos manteve conectado jogo após jogo apostando e somando a pontuação dos placares. Foi bom! Nos reunimos em volume familiar sem ser aniversário, ano novo ou velório. Esse é o poder de uma Copa do Mundo. A cada quatro anos os familiares de todos os cantos se reunem para torcer pela seleção. Passam alguns dias se importando com futebol, diferente dos aficionados por seus clubes, como eu, que embora maravilhado pelos jogos internacionais, não via a hora de ver meu tricolor voltar a jogar. Até daqui quatro anos! 

ALEMANHA 1x0 ARGENTINA
Local: Maracanã, Rio de Janeiro (RJ)
Data-hora: 13/7/2014, às 16h (de Brasília)
Público presente: 74738 pessoas
Árbitro: Nicola Rizzoli (ITA)
Auxiliares: Renato Faverani (ITA) e Andrea Stefani (ITA)
Gols: Götze (7'/2ºP)
Cartões amarelos: Schweinsteiger (ALE), Höwedes (ALE), Mascherano (ARG), Agüero (ARG)
Cartões vermelhos: Não houve
ALEMANHA: Neuer, Lahm, Boateng, Hummels e Höwedes; Schweinsteiger, Kramer (Schürrle, 30'/1ºT) Kroos; Müller, Özil (Mertesacker, 14/2ºP) e Klose (Götze, 42'/2ºT). Técnico: Joachim Löw.
ARGENTINA: Romero, Zabaleta, Garay, Demichelis e Rojo; Mascherano, Biglia e Enzo Pérez (Gago, 40'/2ºT); Messi, Lavezzi (Agüero, intervalo) e Higuaín (Palacio, 32'/2ºT). Técnico: Alejandro Sabella.

sábado, 12 de julho de 2014

Brasil 0x3 Holanda

3° Lugar

Brasil perde a segunda seguida e se despede com o quarto lugar.

    Acordei com o placar de 3 a 1 para a Holanda, lembro-me que no sonho Blind fazia um deles, e o resto eram relances. Gol do Brasil eu só me lembro pelo placar que ficou na cabeça quando acordei, mas foi só em sonho mesmo.
   Desta vez sem churrascos, esfihas e oba-oba. Desta vez escolhi assistir em casa, sozinho. Também, ninguém estava dando muita importância ao jogo. É claro que gostaríamos de ver um Brasil vencedor, mas da forma como foi durante quase toda copa, só mesmo um novo fiasco seria capaz de forçar uma brusca reformulação. Uma vitória, e um terceiro lugar, talvez maquiassem a forma como levamos, empurrando com a barriga, jogo após jogo, até a semifinal.
    O segundo fiasco começou cedo. Thiago Silva puxou Robben na entrada da área (mas fora) e o juiz assinalou pênalti. Van Persie e 1 a 0. Não demorou muito, e aos 15, Blind ampliou o placar. 
    Jogamos levianamente melhor postados em campo. Felipão tirou Fred e Hulk, manteve Maicon, que não fez um mal jogo. Mas de nada adiantou povoar melhor o meio campo, com três linhas muito espaçadas e sem a coordenação de uma equipe que tivesse há tempos treinado jogar assim, sucumbimos à qualidade holandesa. Robeen e Vlaar, dois monstros em campo. O segundo, fez sua segunda grande exibição consecutiva na copa. Mesmo não tendo evitado a queda para a Argentina, se mostrou um dos grandes zagueiros da atualidade.
    No segundo tempo entrou Hernanes, que já entrou chegando junto, e com tamanha vontade, quase arrebentou um holandês logo de cara. David Luiz tentava resolver sozinho, queria ser o "homem destaque", "o cara" na ausência de Neymar. Mas sua desobediência tática, subindo ao ataque, deixava Thiago Silva furioso com a zaga exposta lá atrás. 
    Por fim, o terceiro gol foi o último adeus. Com dez gols sofridos em dois jogos, tendo uma tão elogiada dupla de zaga, nos despedimos com a pior campanha em copas do mundo em diversos aspectos. Batemos vários recordes estatísticos negativos. O que não pode ofuscar a qualidade da competição. Não tem como misturar a campanha pífia com o que foi a "Copa do Mundo Brasil 2014". Que, ao contrário desta seleção, já está deixando saudades!    

BRASIL 0 X 3 HOLANDA
Data e horário: 12/7/2014, às 17h00
Local: Estádio Mané Garrincha, Brasília (DF)
Árbitro: Djamel Haimound (ARG)
Assistentes: Redouane Achik (MAR) e Abdelhak Etchiali (ALG)
Público: 68.034 presentes
Cartões Amarelos: Thiago Silva, Fernandinho e Oscar (BRA); Robben e Wijnaldum (HOL)
GOLS: Van Persie, aos 3'/1ºT (0-1); Blind, aos 15'/1ºT (0-2) e Wijnaldum, aos 45'/2ºT (0-3)
BRASIL: Julio Cesar; Maicon, Thiago Silva, David Luiz e Maxwell; Luiz Gustavo (Fernandinho, intervalo), Paulinho (Hernanes, aos 11'/2ºT), Ramires (Hulk, aos 26'/2ºT) e Oscar; Willian e Jô. Técnico: Felipão
HOLANDA: Cillessen (Vorm, aos 46'/2ºT); Kuyt, De Vrij, Vlaar, Martins Indi e Blind (Janmaat, aos 24'/2ºT); Clasie (Veltman, aos 44'/2ºT), Wijnaldum e De Guzman; Van Persie e Robben. Técnico: Van Gall

quarta-feira, 9 de julho de 2014

Holanda 0x0 Argentina

Semifinal

Argentina supera Holanda nos pênaltis e volta à uma final após 24 anos.

    Um dia após o fiasco Brasileiro para a Alemanha, Argentina e Holanda fizeram a outra semifinal desta grande copa. Um jogo muito mais calculista, com equipes que mostraram saber o que encontrariam do outro lado do campo, e se colocaram em seus lugares. Estudaram o adversário e foram cautelosos o jogo todo.
A Argentina se soltou um pouco mais, mas parava na grande atuação do zagueiro Vlaar, e a Holanda, em suas poucas investidas após muitas trocas de passe, paravam em um inspirado Mascherano, bloqueando até a última tentativa de Robben no tempo regulamentar.
    Na prorrogação, a Holanda parecia mais inteira. Parecia que a estratégia armada por Louis Van Gaal era a de fazer sua equipe se poupar enquanto a Argentina se desgastava, para dar um cheque-mate na prorrogação, mas não funcionou. Nos pênaltis, Vlaar, após uma copa sensacional, errou. Messi e Robben converteram. O zagueiro Garay fez 2 a 1 para os hermanos, Sneijder com todo seu prestígio de camisa dez, assim como Vlaar, parou nas mãos de Romero.

Aguero e Kuyt fizeram, mas dependia de Maxi Rodrigues colocar a Argentina em uma final contra a Alemanha pela terceira vez em sua história, e após vinte e quatro anos, e ele o fez; a bola ainda bate caprichosamente nas mãos de Cilesen, no travessão e entra.
Na semana em que a Argentina perdeu um de seus grandes ídolos, Di Stéfano, e no dia em que comemora sua independência, a Argentina dormiu em festa.


HOLANDA 0 (2) x 0 (4) ARGENTINA
Local: Arena Corinthians, em São Paulo (SP)
Data-hora: 9/7/2014 – 17h
Árbitro: Cüneyt Çakir (Fifa-TUR)
Auxiliares: Bahattin Duran (Fifa-TUR) e Tarik Ongun (Fifa-TUR)
Público: 63.267 presentes.
Cartões amarelos: Martins Indi e Huntelaar (HOL); Demichelis (ARG)
Cartões vermelhos: Não houve.
Gols: Não houve
Pênaltis: Vlarr (perdeu), Messi (0-1), Robben (1-1), Garay (1-2), Sneijder (perdeu), Agüero (1-3), Kuyt (2-3) e Maxi Rodríguez (2-4).
HOLANDA: Cillessen; De Vrij, Vlaar e Martins Indi (Janmaat, Intervalo); Kuyt, De Jong (Clasie, 17'/2ºT) Wijnaldum, Sneijder e Blind; Robben e Van Persie (Hunterlaar, 5'/2ºT Prorrogação) – Técnico: Louis Van Gaal – Técnico: Louis Van Gaal.
ARGENTINA: Romero; Zabaleta, Demichelis, Garay e Rojo; Biglia, Mascherano e Enzo Pérez (Palacio, 36'/2ºT); Messi, Higuaín (Agüero, 36'/2ºT) e Lavezzi (Maxi Rodríguez, 10'/2ºT Prorrogação) – Técnico: Alejandro Sabella.

terça-feira, 8 de julho de 2014

Brasil 1x7 Alemanha

Semifinal 

Brasil cai na semifinal em maior vexame de sua história.

    Alguns jogos eu acabei deixando para escrever sobre alguns dias depois, com a copa em andamento, mal dava tempo de comemorar um jogo e já estava começando outro e assim ia. Mas hoje pela historicidade dos fatos, faço questão de escrever no calor dos fatos.
    Assisti, como sempre, na casa dos meus pais.
E pela primeira vez senti um pouco de nervosismo. Talvez por logo no começo não estar lá muito crente na longevidade deste grupo na competição, no decorrer, uma certa antipatia pela postura ao meu ver forçada, mecânica de se comportar, e uma tentativa mediática de tentar me fazer enxergar uma seleção que, não chegaria à outro patamar, que senão ao hexa. Como estava escrito no ônibus da seleção: "Preparem-se, o hexa está chegando". Mas o ônibus quebrou no caminho, faltando apenas dois pontos para a estação final, e talvez a proximidade me causou euforia. Não acreditava que chegaria, não mostrou qualidade para estar ali, mas estava, e faltavam dois jogos. Descemos para ver o que aconteceu com o ônibus e fomo atropelados pela comitiva Alemã, tão simpática quanto qualificada, sabendo o que fazer para bater o Brasil e com o futebol que meteu quatro em Portugal, nos fez viver hoje, diante de nossos olhos, a maior derrota de nossa seleção em cem anos de história. Capaz de diminuir o velho, e tão falado Maracanazo.

     Tentamos enganar, mantivemos a posse de bola nos primeiros dez minutos, até Muller aparecer livre na área em um escanteio, e chutar para abrir o placar. Doze minutos depois, Klose entrou para a história, ultrapassou Ronaldo e fez seu 16° gol em copa do mundo, e em menos de seis minutos, estava 5 a 0 pra Alemanha. Sonoros cinco a zero! 
    Não tinha muito o que dizer, nós na sala, e imagino que a maioria dos brasileiros, vendo o time perdido em campo e atordoado, só imaginava onde isso ia parar. E uma inevitável sensação de vergonha parecia ser comum à todos no momento também, algo indescritível. Veio o intervalo, a chuva de piadinhas brotando nos celulares, e ainda atordoados tentávamos encontrar uma justificativa para um placar tão elástico, mesmo sabendo da superioridade alemã.
Mick Jagger, famoso por trazer azar aos times por quais torce.

    A segunda etapa começou como a primeira, mas com nossa equipe, obviamente, tentando amenizar a pancada e não levar mais gols; não adiantou. Schurrle logo aos 23' fez o sexto e aos 33' fechou a conta para o lado Alemão, Oscar ainda diminuiu, mas diminuir o que? Metersacker em entrevista após o jogo, disse que eles mesmos não entenderam as facilidades e espaços encontrados, e que em determinado momento, em outras palavras, tiraram o pé; e foi o que se pode perceber. Vendo trecho do VT agora a pouco na ESPN, o comentarista PVC usa a palavra "clemência" para citar a forma como a Alemanha se portava após os trinta do primeiro tempo, enquanto parte da torcida já ia embora.
Desde o princípio da copa simpatizaram muito com a população brasileira, usaram camisa do Bahia, uniforme semelhante ao do Flamengo, enfim, era visível ao término do jogo um certo ar de respeito e de estarem sem jeito ao cumprimentar os nossos jogadores e a nossa comissão. 
    Um dia atípico, onde se tem ciência de estar presenciando uma marcante página da história do futebol ser escrita frente aos seus olhos. Hoje esquecemos 50, e do que vivi, França em 98 virou bobagem, 2006, 08, 10, quem se lembra?

BRASIL 1 x 7 ALEMANHA
Local: Mineirão, em Belo Horizonte (MG)
Data/Horário: 8/7/2014, às 17h
Árbitro: Marco Rodríguez (MEX)
Assistentes: Marvin Torrentera (MEX) e Marcos Quintero (MEX)
Público: 58.141 torcedores
Cartão amarelo: Dante (BRA)
Cartão vermelho: -
Gols: Muller, aos 10'/1ºT (0-1); Klose, aos 22'/1ºT (0-2); Kroos, aos 24'/1ºT (0-3); Kroos, aos 25'/1ºT (0-4); Khedira, aos 28'/1ºT (0-5); Schurrle, aos 23'/2ºT (0-6); Schurrle, aos 33'/2ºT (0-7) e Oscar, aos 44'/2ºT (1-7)
BRASIL: Julio Cesar; Maicon, David Luiz, Dante e Marcelo; Luiz Gustavo, Fernandinho (Paulinho - Intervalo) e Oscar; Bernard, Hulk (Ramires - Intervalo) e Fred (Willian - 34'/2ºT). Técnico: Luiz Felipe Scolari.
ALEMANHA: Neuer; Lahm, Boateng, Hummels (Mertesacker - Intervalo) e Howedes; Khedira (Draxler - 23'/2ºT), Shweinsteiger, Ozil, Kroos e Muller; Klose (Schurrle - 12'/2ºT): Técnico: Joachim Low.

sábado, 5 de julho de 2014

Holanda 0x0 Costa Rica

Quartas-de-Final

Holanda pressiona, para em Navas, mas se classifica nos pênaltis.

    Já no segundo round do dia, com o chopp de dois dias encerrado e cerveja reposta, assisti com meu pai, Paloma e Guilherme a este jogo (minha mãe se impirulitou). A torcida deles para a Costa Rica era imensa, e eu repudiando a ideia de time zebra chegar à semifinal. Acho que a "Copa das Copas" merece gigantes em sua fase final, e não quem se defendeu bem, surpreendeu gigantes no começo da competição mas fez o jogo mais horroroso da copa contra a Grécia nas oitavas. E com "absoluta certeza de que não passariam", soltei antes do jogo:

    - Se a Costa Rica for pra final, eu assistirei vestido de mulherzinha!
    Pronto, aí que começaram a torcer ainda mais pra zebra encarar a Argentina nas semifinais. Mas "claro", não deu. Navas fez uma grande partida, Robben "O Incansável" não conseguiu botar a bola pra dentro apesar de seu grande entusiasmo, e a partida foi pros penais.
    Segundos antes de acabar a prorrogação, Van Gaal, tecnico da Holanda gerou muita polêmica ao trocar o goleiro titular Cillesen pelo terceiro goleiro Krull, que, como explicou mais tarde, tem um historico de defesas de penais muito superior ao titular. E deu certo! Krull defendeu dois e passou a Holanda de fase.

    Após o jogo, apenas eu e meu pai por ali, assamos mais carne, conversamos e pensei comigo que aquele era um momento bom da vida. Papeando, sentado em uma cadeira na garagem olhando pra rua onde passei a segunda metade de minha infância. Mais um dia saboroso deste julho de 2014.

HOLANDA 0 (4) X 0 (3) COSTA RICA
05/07/2014
J: Ravshan Irmatov (Uzbequistão); P: 51179; CA: Diaz, Umana, Martins Indi, Gonzales, Acosta e Huntelaar
Pênaltis: Van Persie, Robben, Sneidjer, Kuyt; Borges, Gonzales e Bolaños
HOLANDA: Cillesen (6,5) (Krull aos 15 do 2º tempo da prorrogação (7,0); De Vrij (6,5), Vlaar (7,0), Martins Indi (5,5) (Huntelaar no intervalo da prorrogação (6,0); Kuyt (6,5), Wijnaldum (6,5), Sneijder (7,5) e Blind (6,5); Depay (6,0) (Lens aos 30 do 2º (6,5)), Van Persie (6,5) e Robben (7,5). T: Louis Van Gaal
COSTA RICA: Navas (8,5); Acosta (5,5), Gonzales (6,5) e Umana (6,0); Gamboa (6,0) (Myrie aos 34 do 2º (6,0)), Tejeda (6,5) (Cubero aos 7 do 1º da prorrogação), Borges (6,0) e Diaz (5,5); Bolaños (6,5), Campbell (6,5) (Urena aos 24 do 2º) e Ruiz (6,0) (Yedlin aos 32 do 1º (6,0). T: Jorge Luis Pinto

Argentina 1x0 Bélgica

Quartas-de-Final

Com gol de Lavezzi, argentina bate Bélgica e avança para a semi.

    E lá fomos nós terminar com o chopp e com a carne que sobraram de Brasil e Colômbia. Passamos o sábado assistindo as semifinais e jogando bilhar. Aliás fui tetra-campeão vencendo duas contra meu pai e duas contra o Guilherme no intervalo entre um jogo e outro.

    Quanto ao jogo, foram dois tempos disputados com uma Argentina marcando logo nos primeiros minutos assim como nós no dia anterior, e com isso teve um pouco mais de tranquilidade durante o jogo. A Bélgica, que vinha bem, não conseguiu exibir o bom futebol de outras partidas e caiu.

05/7 MANÉ GARRINCHA (BRASÍLIA-DF)
ARGENTINA 1 X 0 BÉLGICA
J:Nicola Rizzoli; P: 68.551; G: Higuaín, 8 do 1º; CA: Biglia, Hazard, Alderwireld
ARGENTINA: Romero (6,5); Zabaleta (6), Demichelis (6,5), Garay (6,6), Basanta (6); Mascherano (6,5), Biglia (6), Messi (7), Lavezzi (6), (Palacio 26 do 2º (5)), Di María (5) (Enzo Peres 33 do 1º (5)), Higuaín (7,5) (Gago 36 do 2º (5)). T: Alejandro Sabella
BÉLGICA: Courtois (6,5), Alderweireld (5,5), Van Buyten (5,5), Kompany (5), Vertonghen (5), Witsel (5,5), Fellaini (6), Mirallas (5), (Mertens 15 do 2º (4,5)), De Buyne (6), Hazard (5,5), (Chadli 30 do 2º (4)), Origi (4,5) (Lukaku 14 do 2º (5)). T: Marc Wilmotts

sexta-feira, 4 de julho de 2014

Brasil 2x1 Colômbia

Quartas-de-Final

Com gols "dos capitães", Brasil avança, mas perde Neymar.

    Finalmente uma atuação digna de Seleção Brasileira. Foi indiscutivelmente a melhor atuação brasileira no mundial. Mesmo com os gols vindo da zaga, e de bolas paradas, o time articulou muito bem, quem andava sumido compareceu, quem substituiu fez bem.

    Um gol, logo aos 6' do primeiro tempo deu tranquilidade ao time, que mesmo na frente não se acomodou, tomou conta da posse de bola, e criou diversas oportunidades. Hulk teve chance clara, Neymar pelo segundo jogo ficou desaparecido, Maicon jogou muito mais que Daniel Alves e Fred... onde é que o Fred estava mesmo? 
    O segundo gol foi, para mim, nosso gol mais bonito na copa até aqui. David Luiz cobrou falta "de chapa", seco, com a perna direita, e mandou no ângulo. Um lindo gol! Lindo mesmo! E como é bom ver essa seleção em um dia um pouco menos mecânico, sem arranhão no pulso, sem choro, mas ainda assim jogando com entrega.

   A Colômbia descontou com o craque James Rodrigues, de pênalti, cometido por Julio Cesar. Tentaram correr atrás, e o máximo que conseguiram foi tirar o Neymar da copa. Zúñiga, com uma joelhada nas costas, colocou o fim no sonho do muleque, e deixou o torcedor preocupado, com o que será desse time sem o Severino Quebra-Galho, nosso Chapolim que aparece para salvar quando não há mais ninguém para nos defender. E agora a parada é com a Alemanha.

   Assistimos tudo isso na casa de meu pai novamente, após muita negociação, compramos 15 litros de chopp, levamos muita carne e nos entupimos. Até meu tio Aldo apareceu, e foi muito engraçado ver seu jeito de torcer, gritando, xingando, etc. Eu que nunca vi ele assistindo jogo, achei um barato ver sua percepção do que acontecia em campo. Foi divertido, e no dia seguinte voltamos para acabar com o chopp vendo Argentina e Belgica, e Holanda against Costa Rica.

BRASIL 2 x 1 COLÔMBIA
Local: Castelão, em Fortaleza (CE)
Data/Horário: 4/7/2014, às 17h
Árbitro: Carlos Velasco Carballo (ESP)
Auxiliares: Roberto Alonso Fernandez (ESP) e Juan Yuste (ESP)
Cartões amarelos: Thiago Silva, Julio Cesar (BRA); James Rodríguez, Yepes (COL)
Cartões vermelhos:
GOLS: Thiago Silva, aos 6'/1ºT (1-0); David Luiz, aos 23'/2ºT (2-0) e James Rodríguez, aos 35'/2ºT (2-1)
BRASIL: Julio Cesar; Maicon, Thiago Silva, David Luiz e Marcelo; Fernandinho, Paulinho (Hernanes - 40'/2ºT) e Oscar; Hulk (Ramires - 37'/2ºT), Neymar (Henrique - 43'/2ºT) e Fred. Técnico: Luiz Felipe Scolari.
COLÔMBIA: Ospina; Zúñiga, Zapata, Yepes e Armero; Sánchez, Guarin, Cuadrado (Quintero - 35'/2ºT) e James Rodríguez; Ibarbo (Adrián Ramos - Intervalo) e Teo Gutiérrez (Bacca - 26'/2ºT). Técnico: José Pékerman.

Alemanha 1x0 França

Quartas-de-Final

Hummels comanda a cozinha e coloca a Alemanha nas semifinais.

    Era dia de jogo do Brasil também. Corri com meu pai desde manhã cedo atrás do barril de 15lt de choopp que encomendamos para a hora do jogo da seleção. Passamos uma boa manhã juntos, fomos ao Extra comprar carne (onde comprei a peruca verde e amarela para a Amanda usar, estilo Neymar), e os times já estavam em campo para o hino, quando paramos tomar uma cerveja rapidinho no meio do caminho. Ao chegarmos, até descarregar as coisas, etc, já estava um a zero para a Alemanha. O jogo mesmo, fiz questão de ver o VT completo depois. A Alemanha foi precisa, pareceu sofrer com o calor das 13h, mas fez o necessário para bater a França.
    Hummels, que fez de cabeça após cobrança de falta de Kroos, fez um jogo sensacional defensivamente, e teve Lahn à sua direita jogando demais também.

4/7/2014 – MARACANÃ (RIO DE JANEIRO – RJ)
FRANÇA 0 X 1 ALEMANHA
J: Nestor Pitana (Argentina); P: 74240 ; G: Hummels (12 do 1º); CA: Khedira e Schweinsteiger;
FRANÇA: Lloris (6); Debuchy (5,5), Varane (5), Sacko (5) (Kolscieny 25 do 2º (5)) e Evra (6); Cabaye (6) (Remy 28 do 2º (5)), Pogba (6,5) e Matuidi (6,5); Valbuena (6) (Giroud 39 do 2º (s/n)), Benzema (6) e Griezmann (5,5). T: Didier Deschamps.
ALEMANHA: Neuer (7); Lahm (5,5), Boateng (5,5), Hummels (7,5) e Höwedes (5); Schweinsteiger (5,5), Khedira (6,5) e Kroos (7); Müller (6) (Kramer 46 do 2º (s/n), Klose (5,5) (Schürrle 23 do 2º (5)) e Özil (6) (Götze 37 do 2º (s/n)). T: Joachim Löw.