segunda-feira, 16 de julho de 2018
Bolão Copo do Mundo 2018
Desta vez usamos um aplicativo chamado Kiss My Score para o bolão. Desta vez eu venci. Um título mundial pra cada.
2018 Rússia: Ronie
2014 Brasil: Faria
Minha seleção da Copa 2018
Courtois (Bélgica), Pavard (França), Vida (Croácia), Mina (Colômbia), Hernández (França), Casemiro(Brasil), Modric (Croácia), Hazard (Bélgica), Griezmann (França), Mbapee (França) e Perisic (Croácia)
Melhor Jogador:
E. Hazard (Bélgica)
domingo, 15 de julho de 2018
França 4x2 Croácia
Final
França goleia e é Bi Mundial
Favoritismo confirmado. A Croácia foi copeira mas contou com um chaveamento que favoreceu a sua chegada à final. Traçou com méritos seu caminho até lá com uma geração de grandes jogadores. Tanto é que Modric foi eleito o melhor jogador desta edição do Mundial, embora na minha opinião, o sucesso da Croácia deva-se mais à Perisic ou ao Vida, que tiveram desempenhos ainda melhor e percebia-se na expressão deles que não estavam abalados com a pressão dos jogos, ao contrário de Modric. Se bem que isso deve-se ao peso dado a cada um. Enfim.
A França foi superior na final e em toda a fase eliminatória. Fez uma fase grupos morna. Protagonizou o primeiro lance em que um árbitro de video (VAR) interferiu na história das Copas do Mundo, logo na estreia contra a Austrália, que eu ouvi o primeiro tempo ainda na Marginal Tietê em São Paulo bem cedinho, voltando do Aeroporto de Guarulhos, onde deixei o Murilo que ia pra Itália, e pude acompanhar a interferência do VAR vendo o segundo tempo em casa.
Nas oitavas protagonizou o que deve ter sido o melhor jogo da Copa, onde Mbapee se mostrou pro mundo na arrancada do meio campo que resultou no pênalti que abriu o placar, um 4 a 3 de uma França jogando um futebol bonito, contra a Argentina na velha vontade.
Nas quartas não deu chances pro Uruguai. 2 a 0 com muita facilidade, uma falha do Musleira no chute de fora da área do Griesmann marcou a partida. Uma semi superando a Bélgica e a final, contra um time que teve muito mais posse de bola, foi valente, mas não conseguiu reverter isso em gols.
Na primeira etapa uma falta duvidosa que resultou no primeiro gol e o uso do VAR para confirmar o pênalti do segundo foram os momentos discutíveis desta final. No mais, apenas superioridade confirmada e merecimento.
FRANÇA 4 X 2 CROÁCIA
Local: Estádio Luzhnikí, em Moscou (Rússia)
Data: 15 de julho de 2018, domingo
Horário: 12 horas (de Brasília)
Árbitro: Néstor Pitana (Argentina)
Assistentes: Hernán Maidana e Juan Belatti (ambos da Argentina)
Cartões amarelos: Kanté e Hernández (França); Versaljko (Croácia)
Gols: FRANÇA: Mandzukic (contra), aos 17, e Griezmann, aos 37 minutos do primeiro tempo; Pogba, aos 13, e Mbappé, aos 19 minutos do segundo tempo; CROÁCIA: Perisic, aos 27 minutos do primeiro tempo, e Mandzukic, aos 23 minutos do segundo tempo
FRANÇA: Lloris; Pavard, Varane, Umtiti e Hernández; Kanté (N’Zonzi), Pogba, Mbappé, Griezmann e Matuidi (Tolisso); Giroud (Fekir)
Técnico: Didier Deschamps
CROÁCIA: Subasic; Versaljko, Lovren, Vida e Strinic (Pjaca); Brozovic, Rakitic, Rebic (Kramaric), Modric e Perisic; Mandzukic
Técnico: Zlatko Dalic
Favoritismo confirmado. A Croácia foi copeira mas contou com um chaveamento que favoreceu a sua chegada à final. Traçou com méritos seu caminho até lá com uma geração de grandes jogadores. Tanto é que Modric foi eleito o melhor jogador desta edição do Mundial, embora na minha opinião, o sucesso da Croácia deva-se mais à Perisic ou ao Vida, que tiveram desempenhos ainda melhor e percebia-se na expressão deles que não estavam abalados com a pressão dos jogos, ao contrário de Modric. Se bem que isso deve-se ao peso dado a cada um. Enfim.
A França foi superior na final e em toda a fase eliminatória. Fez uma fase grupos morna. Protagonizou o primeiro lance em que um árbitro de video (VAR) interferiu na história das Copas do Mundo, logo na estreia contra a Austrália, que eu ouvi o primeiro tempo ainda na Marginal Tietê em São Paulo bem cedinho, voltando do Aeroporto de Guarulhos, onde deixei o Murilo que ia pra Itália, e pude acompanhar a interferência do VAR vendo o segundo tempo em casa.
Nas oitavas protagonizou o que deve ter sido o melhor jogo da Copa, onde Mbapee se mostrou pro mundo na arrancada do meio campo que resultou no pênalti que abriu o placar, um 4 a 3 de uma França jogando um futebol bonito, contra a Argentina na velha vontade.
Nas quartas não deu chances pro Uruguai. 2 a 0 com muita facilidade, uma falha do Musleira no chute de fora da área do Griesmann marcou a partida. Uma semi superando a Bélgica e a final, contra um time que teve muito mais posse de bola, foi valente, mas não conseguiu reverter isso em gols.
Na primeira etapa uma falta duvidosa que resultou no primeiro gol e o uso do VAR para confirmar o pênalti do segundo foram os momentos discutíveis desta final. No mais, apenas superioridade confirmada e merecimento.
FRANÇA 4 X 2 CROÁCIA
Local: Estádio Luzhnikí, em Moscou (Rússia)
Data: 15 de julho de 2018, domingo
Horário: 12 horas (de Brasília)
Árbitro: Néstor Pitana (Argentina)
Assistentes: Hernán Maidana e Juan Belatti (ambos da Argentina)
Cartões amarelos: Kanté e Hernández (França); Versaljko (Croácia)
Gols: FRANÇA: Mandzukic (contra), aos 17, e Griezmann, aos 37 minutos do primeiro tempo; Pogba, aos 13, e Mbappé, aos 19 minutos do segundo tempo; CROÁCIA: Perisic, aos 27 minutos do primeiro tempo, e Mandzukic, aos 23 minutos do segundo tempo
FRANÇA: Lloris; Pavard, Varane, Umtiti e Hernández; Kanté (N’Zonzi), Pogba, Mbappé, Griezmann e Matuidi (Tolisso); Giroud (Fekir)
Técnico: Didier Deschamps
CROÁCIA: Subasic; Versaljko, Lovren, Vida e Strinic (Pjaca); Brozovic, Rakitic, Rebic (Kramaric), Modric e Perisic; Mandzukic
Técnico: Zlatko Dalic
quarta-feira, 11 de julho de 2018
Inglaterra 1x2 Croácia
Semifinal
Croácia bate Inglaterra de virada e vai à final.
Foi um jogo incrível. Acabou sendo uma semifinal muito mais interessante do que a entre as que ainda considero as melhores equipes da Copa.
Logo no início a Inglaterra abriu o placar com um gol de falta, e de certa forma, se acomodou. Não conseguia criar de forma alguma jogadas de ataque e sofreu muita pressão croata. Harry Kane, embora tenha saido como artilheiro da copa com 6 gols, se mostrou letal em cobranças de pênalti ou contra equipes menos expressivas. No embate com os grandes, desapareceu.
A Croácia se mostrou enorme em força. Empatou o jogo aos 22 com Perisic, e disputou sua terceira prorrogação seguida (Dinamarca e Rússia anteriormente). Em campo, o preparo dos jogadores parecia de quem acabava de iniciar a partida. Mandzukic virou o jogo logo aos 2 minutos do segundo tempo da prorrogação, e a comemoração gerou uma das cenas icônicas da Copa, com a queda sobre o fotógrafo, que mesmo caído continuou a registrar o momento.
CROÁCIA 2 X 1 INGLATERRA
Local: Estádio Luzhnikí, em Moscou (Rússia)
Data: 11 de julho de 2018, quarta-feira
Horário: 15 horas (de Brasília)
Árbitro: Cuneyt Cakir (Turquia)
Assistentes: Bahattin Duran e Tarik Ongun (ambos da Turquia)
Público: 78.011 pessoas
Cartões amarelos: Mandzukic e Rebic (Croácia); Walker (Inglaterra)
Gols: CROÁCIA: Perisic, aos 22 minutos do segundo tempo, e Mandzukic, aos 2 minutos do segundo tempo da prorrogação; INGLATERRA: Trippier, aos 4 minutos do primeiro tempo
CROÁCIA: Subasic; Vrsaljko, Lovren, Vida e Strinic (Pivaric); Rakitic, Brozovic, Rebic (Kramaric), Modric (Badelj) e Perisic; Mandzukic (Corluka)
Técnico: Zlatko Dalic
INGLATERRA: Pickford; Walker (Vardy), Stones e Maguire; Trippier, Henderson (Dier), Dele Alli, Lingard e Young (Danny Rose); Sterling (Rashford) e Harry Kane
Técnico: Gareth Southgate
Croácia bate Inglaterra de virada e vai à final.
Foi um jogo incrível. Acabou sendo uma semifinal muito mais interessante do que a entre as que ainda considero as melhores equipes da Copa.
Logo no início a Inglaterra abriu o placar com um gol de falta, e de certa forma, se acomodou. Não conseguia criar de forma alguma jogadas de ataque e sofreu muita pressão croata. Harry Kane, embora tenha saido como artilheiro da copa com 6 gols, se mostrou letal em cobranças de pênalti ou contra equipes menos expressivas. No embate com os grandes, desapareceu.
A Croácia se mostrou enorme em força. Empatou o jogo aos 22 com Perisic, e disputou sua terceira prorrogação seguida (Dinamarca e Rússia anteriormente). Em campo, o preparo dos jogadores parecia de quem acabava de iniciar a partida. Mandzukic virou o jogo logo aos 2 minutos do segundo tempo da prorrogação, e a comemoração gerou uma das cenas icônicas da Copa, com a queda sobre o fotógrafo, que mesmo caído continuou a registrar o momento.
CROÁCIA 2 X 1 INGLATERRA
Local: Estádio Luzhnikí, em Moscou (Rússia)
Data: 11 de julho de 2018, quarta-feira
Horário: 15 horas (de Brasília)
Árbitro: Cuneyt Cakir (Turquia)
Assistentes: Bahattin Duran e Tarik Ongun (ambos da Turquia)
Público: 78.011 pessoas
Cartões amarelos: Mandzukic e Rebic (Croácia); Walker (Inglaterra)
Gols: CROÁCIA: Perisic, aos 22 minutos do segundo tempo, e Mandzukic, aos 2 minutos do segundo tempo da prorrogação; INGLATERRA: Trippier, aos 4 minutos do primeiro tempo
CROÁCIA: Subasic; Vrsaljko, Lovren, Vida e Strinic (Pivaric); Rakitic, Brozovic, Rebic (Kramaric), Modric (Badelj) e Perisic; Mandzukic (Corluka)
Técnico: Zlatko Dalic
INGLATERRA: Pickford; Walker (Vardy), Stones e Maguire; Trippier, Henderson (Dier), Dele Alli, Lingard e Young (Danny Rose); Sterling (Rashford) e Harry Kane
Técnico: Gareth Southgate
terça-feira, 10 de julho de 2018
França 1x0 Bélgica
Semifinal
França vence o que poderia ser a final antecipada.Se a Copa nesta última edição no formato com 32 equipes contém 64 jogos, eu certamente consegui assistir com atenção cerca de 40. E ao meu ver, não houveram duas seleções melhores que França e Bélgica neste mundial.
Creio que a Inglaterra se classifique amanhã, e futebol, sabe-se bem como é, tudo pode acontecer. Mas esta certamente merecia ser a final. Inglaterra e Croácia que se enfrentem amanhã tiveram caminhos muito mais fáceis e mesmo assim não venceram convencendo como as equipes que se enfrentaram hoje, batendo equipes mais tradicionais e que vinham melhor.
A França se mostrou regular e equilibrada. Fez o que ao meu ver foi o melhor jogo da Copa até agora quando venceu a Argentina nas oitavas por 4 a 3. Mbappé, com seus 19 anos, tem encantado o mundo com sua explosão e jogadas incríveis. Por outro lado a Bálgica que fez uma primeira fase brilhante e chegou à semi com 14 gols em cinco jogos. Lukaku foi matador na primeira fase. De Bruyne, Hazard (pra mim o melhor jogador hoje), Courtois e cia. Como foi bom ver essa seleção jogar nesta copa.
Voltei ansioso de Santos onde estava com um casal de amigos. Na verdade até cogitei estender um dia por lá pois eles precisavam voltar para trabalhar hoje, e pelos meus cálculos não seria possível chegar a tempo pra partida.
O jogo foi muito equilibrado. A sensação é que qualquer um dos dois times poderia se classificar. Taticamente bem armados, a primeira falta foi surgir aos 16' do primeiro tempo. Futebol em sua plenitude. Uma pena que só um pode avançar.
Poderia sim, ter sido a final e a imagem acima, ilustra ao meu ver, os dois melhores jogadores da Copa: Mbappe e Hazard.
FRANÇA 1 x 0 BÉLGICA
Local: Estádio Krestovsky, em São Petersburgo (Rússia)
Data: 10 de julho de 2018 (Terça-feira)
Horário: 15h(de Brasília)
Árbitro: Andres Cunha (Uruguai)
Assistentes: Nicolás Tarán (Uruguai) e Mauricio Espinosa (Uruguai)
Público: 64.286 pessoas
Cartões amarelos: Griezmann, Kante e Mbappe (FRA); Alderweireld, Vertonghen e Hazard (BEL)
Gol:
FRANÇA: Umtiti, aos 5 minutos do 2º Tempo
FRANÇA: Lloris; Pavard, Varane, Umtiti e Hernandez; Kante, Matuidi (Tolisso) e Pogba; Mbappe, Griezmann e Giroud (N’Zonzi)
Técnico: Didier Deschamps
BÉLGICA: Courtois; Alderweireld, Kompany e Vertonghen; Chadli (Batshuayi), Witsel, De Bruyne, Fellaini (Carrasco) e Dembele (Mertens); Eden Hazard e Romelu Lukaku
Técnico: Roberto Martinez
sexta-feira, 6 de julho de 2018
Brasil 1x2 Bélgica
Quartas de final
Bélgica supera Brasil e vai à semi.Acordo a Amanda no sofá. Um cochilo após ter levado a avó ao médico. Levanta meio manquitola, havia torcido o pé e levado um tombo no meio da rua pouco antes de chegar em casa. "Vamos, pois não quero chegar atrasado de novo! E quero comprar uma camisa pra você. Vai de cinza? Cinza? Não tem um azul, verde?". Me olha com cara feia. No caminho paro no bairro do meu pai, ela me espera no carro do outro lado da rua, eu trago a camisa "Ah, mas do Neymar?". "Moço, não tem só o número, sem o nome?", "Não tem mais". Veste a camisa e vamos.
Eu queria a Bélgica. Queria enfrentar um dos melhores, pois acreditava ter uma seleção capaz de batê-los. E ainda acho que sim, poderíamos. A Bélgica que jogou até então num 3-2-3-1 ao meu entendimento, mudou a estratégia para o jogo de hoje. Jogou com apenas dois zagueiros e sem um centroavante fixo (Lukaku jogou aberto pela direita). Felaini que estava entrando só no segundo tempo, entrou como titular também. No nosso lado, que falta fez Casemiro! Fernandinho lhe substituiu (suspenso), e fez uma partida muito ruim. O primeiro gol da Bélgica foi seu, contra. Talvez sem muita culpa. Mas a questão é que após o gol o jogador parecia desligado. Tomando decisões equivocadas durante todo o primeiro tempo, inclusive, não matando a jogada de contra-ataque que resultou no segundo gol.
Jogamos todo o primeiro tempo após o gol desestabilizados. Dava pra sentir a tensão dos jogadores na forma como jogavam. No segundo tempo o time voltou mais ofensivo e organizado. Tite lançou Renato Augusto que diminuiu o placar e nos encheu de esperanças. Ele que inclusive teve a chance de empatar, mas por pouco a bola passou raspando a trave e não entrou.
Eliminados. Por uma seleção sem tradição de grandes títulos, mas que vem enchendo os olhos pelo futebol apresentado até aqui. Vai enfrentar a França que despachou o Uruguai mais cedo por 2 a 0, e que talvez seja a única seleção que faça frente ao seu desempenho. Se eu tivesse que apostar, apostaria em um campeão saindo deste confronto de semi.
Detalhe, a Paloma assistiu a eliminação na Bélgica em meio a uma multidão de cervejeiros.
BRASIL 1 x 2 BÉLGICA
6/7 - Arena Kazan (Kazan)
Árbitro: Mirolad Masic (Sérvia); Gols: Fernandinho (contra), aos 14 minutos do 1º tempo, De Bruyne, aos 31 do 1º tempo; Renato Augusto, aos 30 do 2º. Cartões amarelos: Alderweireld, Meunier (Bélgica); Fernandinho, Fágner (Brasil).
BRASIL: Alisson, Fágner, Thiago Silva, Miranda e Marcelo; Fernandinho, Paulinho (Renato Augusto, aos 28 do 2º), Willian (Roberto Firmino, no intervalo), Philippe Coutinho e Neymar; Gabriel Jesus (Douglas Costa, aos 12 do 2º). Técnico: Tite.
BÉLGICA: Courtois; Alderweireld, Kompany e Vertonghen; Meunier, Fellaini, e Chadli (Vermaelen, aos 37 do 2º); De Bruyne, Romelu Lukaku (Tielemans, aos 42 do 2º) e Eden Hazard. Técnico: Roberto Martínez.
segunda-feira, 2 de julho de 2018
Brasil 2x0 México
Oitavas de final
Brasil cresce em desempenho e bate o México de Osório.Talvez o primeiro jogo de Copa que vou com a Amanda ver na casa do meu pai e chego antes do hino nacional.
O México jogou muito melhor os primeiros 20 minutos do primeiro tempo. Se impuseram em campo ofensiva e defensivamente. Osorio havia dito que jigaria assim em entrevista no dia anterior e toda a mídia caiu matando, dizendo que ele estava blefando. Não blefou. Porém, o México não conseguiu manter por muito tempo essa superioridade. Aos poucos o Tite foi ajustando as marcações em campo e a volta do segundo tempo foi toda nossa.
Ochoa fechou o gol. Devem ter sido no mínimo dez intervenções de chute. No primeiro gol quase evitou o tento ao defender o chute de bico de chuteira de Neymar, mas a bola sobrou em tempo de Firmino guardar. Neymar fez o segundo.
Tite colocou Marquinhos e fechou a casinha com 3 zagueiros, segurando o México até que a classificação para as quartas veio. Mais tarde, a Belgica se classificou como nossa oponente, em uma virada épica contra o Japão em um jogo que perdia por 2-0 e conseguiu a virada no ultimo minuto.
BRASIL 2 x 0 MÉXICO
Local: Arena Samara, em Samara (RUS)
Data: 2 de julho de 2017, segunda-feira
Horário: 11h (de Brasília)
Árbitro: Gianluca Rocchi (ITA)
Assistentes: Elenito Di Liberatore (ITA) e Mauro Tonolini (ITA)
Público: 41. 970 pessoas
Cartões amarelos: Filipe Luis e Casemiro (BRA); Alvarez, Herrera, Salcedo e Guardado (MEX)
Gols:
BRASIL: Neymar, aos 5 minutos do 2º Tempo, e Firmino, aos 42 minutos do 2º Tempo
BRASIL: Alisson; Fagner, Thiago Silva, Miranda e Filipe Luís; Casemiro; Willian (Marquinhos), Paulinho (Fernandinho), Coutinho (Firmino) e Neymar; Gabriel Jesus
Técnico: Tite
MÉXICO: Ochoa; Alvarez (Jonathan dos Santos), Ayala, Salcedo e Gallardo; Rafael Marquez (Layun), Herrera e Guardado; Vela, Chicharito Hernandez (Gimenez) e Lozano
Técnico: Juan Carlos Osorio
quarta-feira, 27 de junho de 2018
Brasil 2x0 Sérvia
Vitória sobre a Sérvia e liderança garantida no grupo
Foi menos difícil do que parecia. Ao assistir o confronto entre Sérvia e Suiça pela segunda rodada do grupo, que culminou na vitória de virada por 2 a 1 para a Suiça, me pareceu que mesmo derrotada a Sérvia demonstrou ser muito bem organizada, além de assustar pela estatura.
Foi o primeiro jogo da Copa na casa do meu pai. Saí às 13h como habitualmente no Objetivo. A Amanda que já estava em casa não quis ir. Cansada e passando por dias ruins no Hospital Modelo, que culminaram em sua rescisão.
O jogo marcou pela estreia de Fagner no lugar de Danilo, que acabou por não voltar a jogar na Copa,e pela lesão de Marcelo, que retornou só para se despedir contra a Bélgica.
Paulinho fez o primeiro após lançamento de Felipe Coutinho, bonito gol encobrindo o goleiro, e Thiago Silva na segunda etapa fechou o placar. Por falar nele, foi um dos grandes zagueiros desta Copa. Nunca fui grande fã, mas me surpreendeu bastante a forma segura como jogou. Miranda também, mas foi mais discreto, crescendo apenas nas Oitavas sem deixar Lukaku jogar.
Na comemoração do gol, muita vibração. Uma rodinha de abraços na sala. Abracei meu pai e a Lauren, o Matheus no meio. E gira e grita... até que nos acalmamos e percebemos que minha mãe, não sei por que cargas d'água, não entrou na comemoração e ficou emburrada até o jogo contra o México.
SÉRVIA 0 X 2 BRASIL
Local: Estádio Spartak, em Moscou (Rússia)
Data: 27 de junho de 2018, quarta-feira
Horário: 15 horas (de Brasília)
Árbitro: Alireza Faghani (Irã)
Assistentes: Reza Sokhandan e Mohammed Mansouri (ambos do Irã)
Público: 44.190 pessoas
Cartões amarelos: Ljajic, Matic e Mitrovic (Sérvia)
Gols: BRASIL: Paulinho, aos 35 minutos do primeiro tempo, e Thiago Silva, aos 22 minutos do segundo tempo
SÉRVIA: Stojkovic; Rukavina, Milenkovic, Veljkovic e Kolarov; Matic, Milinkovic-Savic, Tadic, Ljajic (Zivkovic) e Kostic (Radonjic); Mitrovic (Jovic)
Técnico: Mladen Krstajic
BRASIL: Alisson; Fagner, Thiago Silva, Miranda e Marcelo (Filipe Luís); Casemiro, Paulinho (Fernandinho), Willian, Philippe Coutinho (Renato Augusto) e Neymar; Gabriel Jesus
Técnico: Tite
Na comemoração do gol, muita vibração. Uma rodinha de abraços na sala. Abracei meu pai e a Lauren, o Matheus no meio. E gira e grita... até que nos acalmamos e percebemos que minha mãe, não sei por que cargas d'água, não entrou na comemoração e ficou emburrada até o jogo contra o México.
SÉRVIA 0 X 2 BRASIL
Local: Estádio Spartak, em Moscou (Rússia)
Data: 27 de junho de 2018, quarta-feira
Horário: 15 horas (de Brasília)
Árbitro: Alireza Faghani (Irã)
Assistentes: Reza Sokhandan e Mohammed Mansouri (ambos do Irã)
Público: 44.190 pessoas
Cartões amarelos: Ljajic, Matic e Mitrovic (Sérvia)
Gols: BRASIL: Paulinho, aos 35 minutos do primeiro tempo, e Thiago Silva, aos 22 minutos do segundo tempo
SÉRVIA: Stojkovic; Rukavina, Milenkovic, Veljkovic e Kolarov; Matic, Milinkovic-Savic, Tadic, Ljajic (Zivkovic) e Kostic (Radonjic); Mitrovic (Jovic)
Técnico: Mladen Krstajic
BRASIL: Alisson; Fagner, Thiago Silva, Miranda e Marcelo (Filipe Luís); Casemiro, Paulinho (Fernandinho), Willian, Philippe Coutinho (Renato Augusto) e Neymar; Gabriel Jesus
Técnico: Tite
sexta-feira, 22 de junho de 2018
Brasil 2x0 Costa Rica
No sufoco!
Após o empate na estreia, não restava outra opção senão vencer. Na tarde de ontem, vibramos muito com o fiasco da Argentina contra a Croácia (3 a 0), mas me lembrei de algo que deve ter ocorrido em 2010, quando vibramos também em um dia, e no outro também decepcionamos. Foi quase isso.
O Brasil não jogou mal. Mas pecava muito na finalização final. A Costa Rica jogando muito fechada, se defendendo no 5-4-1 com o Brasil tendo muita dificuldade pelo lado direito com Fagner (jogando no lugar de Danilo) e William. O segundo tempo foi melhor, com Douglas Costa entrando e Firmino no lugar de Paulinho. Jogamos o tempo todo martelando no ataque mas se qualidade na definição. Neymar sofreu o que ao meu ver foi pênalti, que o juiz chegou a marcra, mas foi anulado pelo VAR (Video Assistent Referee).
O gol só saiu nos acréscimos. Philipe Coutinho de bico abriu o placar, e Neymar, no oitavo minuto de acréscimo fechou a conta.
Assisti ao jogo em casa, dispensado pelo Objetivo. O jogo começou às nove, acordei um pouco antes, passei um café, soltei a Puka na garagem, mandei um bom dia pra Amanda no trabalho. Uma manhã do jeito que eu gosto.
BRASIL 2 x 0 COSTA RICA
Local: Estádio São Petersburgo, em São Petersburgo (RUS)
Data-Hora: 22/6/2018 - 9h
Árbitro: Bjorn Kuipers (NED)
Auxiliares: Sander Van Roekel (NED) e Erwin Zeinstra (NED)
Público: 64.468 pagantes
Cartões amarelos: Neymar (35'/2°T), Philippe Coutinho (35'/2°T) e Acosta (39'/2°T)
Cartões vermelhos: -
Gols: Philippe Coutinho (46'/2°T) (1-0) e Neymar (52'/2°T) (2-0)
BRASIL: Alisson, Fagner, Thiago Silva, Miranda e Marcelo; Casemiro, Paulinho (Roberto Firmino, aos 22'/2°T); Willian (Douglas Costa, no intervalo), Philippe Coutinho e Neymar; Gabriel Jesus (Fernandinho, aos 47'/2°T). Técnico: Tite.
COSTA RICA: Kaylor Navas, Gamboa (Francisco Calvo, aos 29'/2°T), Óscar Duarte, Acosta, Giancarlo González e Oviedo; Celso Borges, Guzmán (Tejeda, aos 38'/2°T) ; Bryan Ruíz, Venegas; Ureña (Cristian Bolaños, aos 8'/2°T). Técnico: Óscar Ramírez.
Após o empate na estreia, não restava outra opção senão vencer. Na tarde de ontem, vibramos muito com o fiasco da Argentina contra a Croácia (3 a 0), mas me lembrei de algo que deve ter ocorrido em 2010, quando vibramos também em um dia, e no outro também decepcionamos. Foi quase isso.
O Brasil não jogou mal. Mas pecava muito na finalização final. A Costa Rica jogando muito fechada, se defendendo no 5-4-1 com o Brasil tendo muita dificuldade pelo lado direito com Fagner (jogando no lugar de Danilo) e William. O segundo tempo foi melhor, com Douglas Costa entrando e Firmino no lugar de Paulinho. Jogamos o tempo todo martelando no ataque mas se qualidade na definição. Neymar sofreu o que ao meu ver foi pênalti, que o juiz chegou a marcra, mas foi anulado pelo VAR (Video Assistent Referee).
O gol só saiu nos acréscimos. Philipe Coutinho de bico abriu o placar, e Neymar, no oitavo minuto de acréscimo fechou a conta.
Assisti ao jogo em casa, dispensado pelo Objetivo. O jogo começou às nove, acordei um pouco antes, passei um café, soltei a Puka na garagem, mandei um bom dia pra Amanda no trabalho. Uma manhã do jeito que eu gosto.
BRASIL 2 x 0 COSTA RICA
Local: Estádio São Petersburgo, em São Petersburgo (RUS)
Data-Hora: 22/6/2018 - 9h
Árbitro: Bjorn Kuipers (NED)
Auxiliares: Sander Van Roekel (NED) e Erwin Zeinstra (NED)
Público: 64.468 pagantes
Cartões amarelos: Neymar (35'/2°T), Philippe Coutinho (35'/2°T) e Acosta (39'/2°T)
Cartões vermelhos: -
Gols: Philippe Coutinho (46'/2°T) (1-0) e Neymar (52'/2°T) (2-0)
BRASIL: Alisson, Fagner, Thiago Silva, Miranda e Marcelo; Casemiro, Paulinho (Roberto Firmino, aos 22'/2°T); Willian (Douglas Costa, no intervalo), Philippe Coutinho e Neymar; Gabriel Jesus (Fernandinho, aos 47'/2°T). Técnico: Tite.
COSTA RICA: Kaylor Navas, Gamboa (Francisco Calvo, aos 29'/2°T), Óscar Duarte, Acosta, Giancarlo González e Oviedo; Celso Borges, Guzmán (Tejeda, aos 38'/2°T) ; Bryan Ruíz, Venegas; Ureña (Cristian Bolaños, aos 8'/2°T). Técnico: Óscar Ramírez.
domingo, 17 de junho de 2018
Brasil 1x1 Suiça
Brasil cede empate e tropeça na estreia
"Um brinde à vida de meu avô!". Foi o que a Amanda disse ao início do jogo, quando abrimos uma cerveja ao iniciar da partida. Se dependesse dela, ficaríamos em casa. Uma sequência incrível de meses difíceis, e neste dia, a perda do avô. O velório já estava acontecendo, mas ficamos por 45 minutos ali. Fingindo que a vida era um jogo de estreia de Copa do Mundo. Simplesmente ignorando o mundo lá fora. Bebendo, beliscando uma bistequinha de porco (que o avô adorava por sinal) e torcendo.
Assistimos ao primeiro tempo, ao golaço de Coutinho, para então a Amanda ir se arrumar para irmos. Ainda pude ver o gol de empate, quase ao desligar da tv na segunda etapa. Dobrando a esquina da Mascaranhas vi meu sogro e o Gilberto em um boteco assistindo à partida. Já no velório, pouco após o término da partida, uma vizinha da viúva pergunta a alguém que chega: "Quanto foi o Brasil?", "um a um". E ela então responde "Por isso que tá todo mundo murcho"... vida que segue.
BRASIL 1 x 1 SUÍÇA
BRASIL – Alisson; Danilo, Thiago Silva, Miranda e Marcelo; Casemiro (Fernandinho), Paulinho (Renato Augusto) e Philippe Cooutinho; Willian, Neymar e Gabriel Jesus (Firmino). Técnico: Tite.
SUÍÇA – Sommer; Lichtsteiner (Lang), Schär, Akanji e Rodriguez; Behrami (Zakaria), Xhaka (Embolo), Dzemaili, Shaqiri e Zuber; Seferovic. Técnico: Vladimir Petkovic.
GOLS – Philippe Coutinho, aos 20 minutos do primeiro tempo. Zuber, aos 5 minutos do segundo tempo.
CARTÕES AMARELOS – Lichtsteiner, Casemiro, Schär, Behrami.
ÁRBITRO – César Ramos (Fifa/México).
RENDA – Não disponível.
PÚBLICO – 43.109 pagantes.
LOCAL – Arena Rostov, em Rostov (Rússia)
"Um brinde à vida de meu avô!". Foi o que a Amanda disse ao início do jogo, quando abrimos uma cerveja ao iniciar da partida. Se dependesse dela, ficaríamos em casa. Uma sequência incrível de meses difíceis, e neste dia, a perda do avô. O velório já estava acontecendo, mas ficamos por 45 minutos ali. Fingindo que a vida era um jogo de estreia de Copa do Mundo. Simplesmente ignorando o mundo lá fora. Bebendo, beliscando uma bistequinha de porco (que o avô adorava por sinal) e torcendo.
Assistimos ao primeiro tempo, ao golaço de Coutinho, para então a Amanda ir se arrumar para irmos. Ainda pude ver o gol de empate, quase ao desligar da tv na segunda etapa. Dobrando a esquina da Mascaranhas vi meu sogro e o Gilberto em um boteco assistindo à partida. Já no velório, pouco após o término da partida, uma vizinha da viúva pergunta a alguém que chega: "Quanto foi o Brasil?", "um a um". E ela então responde "Por isso que tá todo mundo murcho"... vida que segue.
BRASIL 1 x 1 SUÍÇA
BRASIL – Alisson; Danilo, Thiago Silva, Miranda e Marcelo; Casemiro (Fernandinho), Paulinho (Renato Augusto) e Philippe Cooutinho; Willian, Neymar e Gabriel Jesus (Firmino). Técnico: Tite.
SUÍÇA – Sommer; Lichtsteiner (Lang), Schär, Akanji e Rodriguez; Behrami (Zakaria), Xhaka (Embolo), Dzemaili, Shaqiri e Zuber; Seferovic. Técnico: Vladimir Petkovic.
GOLS – Philippe Coutinho, aos 20 minutos do primeiro tempo. Zuber, aos 5 minutos do segundo tempo.
CARTÕES AMARELOS – Lichtsteiner, Casemiro, Schär, Behrami.
ÁRBITRO – César Ramos (Fifa/México).
RENDA – Não disponível.
PÚBLICO – 43.109 pagantes.
LOCAL – Arena Rostov, em Rostov (Rússia)
Alemanha 0x1 México
Juan Carlos Osorio faz história contra a Alemanha
Juan Carlos Osório deixou o São Paulo F. C. em 2015, guiado pelo ímpeto de realizar seu sonho de "dirigir uma seleção em um Mundial". Foram cerca de três anos de mais altos do que baixos, mas muita crítica sobre seu sistema de rodízio de posições em campo.
Acompanhei uma infinidade de entrevistas e programas mexicanos via youtube desde sua saída, e as pancadas sempre foram fortes, principalmente após sua derrota por 7-0 para o Chile nas quartas de final da Copa América em 2016. Em diversas entrevistas, foi perguntado diretamente, do porquê não poupar os titulares para esta primeira partida contra a Alemanha, para disputar a segunda vaga com os demais times do grupo.
O jogo às 11:00 antecedeu a estreia do Brasil contra a Suiça. E foi estranho assistí-lo. A Amanda acabava de perder o avô. Havíamos acabado de chegar da casa dos pais dela onde passamos a manhã juntos, aguardando o horário de velório. A Amanda deitou no sofá e dormiu, e eu assisti ao jogo.
O futebol sempre será meu alento em meio aos problemas do cotidiano. Uma fuga. E neste dia, foi mais assim do que nunca, inclusive, durante o primeiro tempo do jogo do Brasil mais tarde.
Osório armou o time com perfeição. Fechou todos os espaços lá atrás, e obteve nos contra-ataques as principais oportunidades de gol. Até que ele saiu com Lozano, aos 34. Vibrei muito. Pelo Osorio, que merecia um desfecho melhor do que cair nas oitavas. Uma pena nosso caminho ter se cruzado tão cedo na competição.
Outra pena é o desempenho da Alemanha, caindo ainda na primeira fase, ter servido como uma forma de diminuir o feito do México, que também venceu o Japão por 2 a 1 na partida seguinte, e perdeu para a Suécia por 3 a 0 no último jogo da primeira fase. Osorio poderia ter avançado mais. Faltou um pouco de sorte.
ALEMANHA 0 X 1 MÉXICO
ALEMANHA: Neuer; Kimmich, Hummels, Boateng e Plattenhardt (Mario Gómez); Khedira (Marco Reus), Kroos, Ozil, Muller e Draxler; Timo Werner (Brandt). Técnico: Joachim Low.
MÉXICO: Ochoa; Salcedo, Héctor Moreno, Ayala e Gallardo; Guardado (Rafael Márquez), Herrera, Layún, Vela (Alvarez) e Lozano (Jimenez); e Javier Hernández. Técnico: Juan Carlos Osorio.
GOL: Lozano, aos 34 minutos do primeiro tempo
ÁRBITRO: Cartões amarelos: Hector Moreno, Hummels, Herrera
PÚBLICO: 78.011 torcedores.
LOCAL: Estádio Luzhniki, em Moscou.
Juan Carlos Osório deixou o São Paulo F. C. em 2015, guiado pelo ímpeto de realizar seu sonho de "dirigir uma seleção em um Mundial". Foram cerca de três anos de mais altos do que baixos, mas muita crítica sobre seu sistema de rodízio de posições em campo.
Acompanhei uma infinidade de entrevistas e programas mexicanos via youtube desde sua saída, e as pancadas sempre foram fortes, principalmente após sua derrota por 7-0 para o Chile nas quartas de final da Copa América em 2016. Em diversas entrevistas, foi perguntado diretamente, do porquê não poupar os titulares para esta primeira partida contra a Alemanha, para disputar a segunda vaga com os demais times do grupo.
O jogo às 11:00 antecedeu a estreia do Brasil contra a Suiça. E foi estranho assistí-lo. A Amanda acabava de perder o avô. Havíamos acabado de chegar da casa dos pais dela onde passamos a manhã juntos, aguardando o horário de velório. A Amanda deitou no sofá e dormiu, e eu assisti ao jogo.
O futebol sempre será meu alento em meio aos problemas do cotidiano. Uma fuga. E neste dia, foi mais assim do que nunca, inclusive, durante o primeiro tempo do jogo do Brasil mais tarde.
Osório armou o time com perfeição. Fechou todos os espaços lá atrás, e obteve nos contra-ataques as principais oportunidades de gol. Até que ele saiu com Lozano, aos 34. Vibrei muito. Pelo Osorio, que merecia um desfecho melhor do que cair nas oitavas. Uma pena nosso caminho ter se cruzado tão cedo na competição.
Outra pena é o desempenho da Alemanha, caindo ainda na primeira fase, ter servido como uma forma de diminuir o feito do México, que também venceu o Japão por 2 a 1 na partida seguinte, e perdeu para a Suécia por 3 a 0 no último jogo da primeira fase. Osorio poderia ter avançado mais. Faltou um pouco de sorte.
ALEMANHA 0 X 1 MÉXICO
ALEMANHA: Neuer; Kimmich, Hummels, Boateng e Plattenhardt (Mario Gómez); Khedira (Marco Reus), Kroos, Ozil, Muller e Draxler; Timo Werner (Brandt). Técnico: Joachim Low.
MÉXICO: Ochoa; Salcedo, Héctor Moreno, Ayala e Gallardo; Guardado (Rafael Márquez), Herrera, Layún, Vela (Alvarez) e Lozano (Jimenez); e Javier Hernández. Técnico: Juan Carlos Osorio.
GOL: Lozano, aos 34 minutos do primeiro tempo
ÁRBITRO: Cartões amarelos: Hector Moreno, Hummels, Herrera
PÚBLICO: 78.011 torcedores.
LOCAL: Estádio Luzhniki, em Moscou.
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